Ter uma impressora 3D na clínica deixou de ser luxo e virou vantagem competitiva. Mas, antes de comprar, vale entender o básico para escolher bem e não transformar o equipamento em um enfeite caro sobre a bancada.
Como funciona a impressão odontológica
A maioria das impressoras odontológicas usa tecnologia de fotopolimerização (DLP ou LCD): uma luz cura a resina camada por camada até formar a peça. É rápida, precisa e ideal para o tamanho dos trabalhos da odontologia.
O que dá para imprimir
- Modelos de estudo e de trabalho;
- Guias cirúrgicas para implante;
- Placas de mordida e de bruxismo;
- Coroas e provisórios (com resinas específicas);
- Moldeiras e guias de enceramento (mock-up).
Não esqueça do pós-processamento
A peça sai da impressora "crua". Ela precisa de lavagem e pós-cura (luz UV) para atingir as propriedades finais. Pular ou fazer mal essa etapa compromete a precisão e a biocompatibilidade.
Resina certa para cada aplicação
Cada trabalho pede uma resina homologada. Mais do que a impressora, o que separa o bom resultado do retrabalho é o domínio do processo completo: parâmetros, orientação da peça, suportes, lavagem e cura.